segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Uma carta Suicida para você.



Desculpa, mas vou sair agora contando os passos, pois sei agora que eu te perdi, quantas rosas lhe joguei, quantas cartas te mandei quantas coisas te fiz, só agora vi que perdi. Mas saio agora com a cabeça erguida sabendo que fui um guerreiros, entrei na guerra pelo seu amor, pois você havia me dito que para ter seu amor eu teria que lutra, fui pra guerra e estava vencendo, masi logo pisei de falso no chão e senti a maior queda ja vivida, o bom... O bom é que não fugi a batalha pelo seu amor, apenas perdi, e estou voltando ferido pra casa como um soldado volta pra sua casa, isso quando não morre na batalha, pareço ver as marcas dos passos ansiosos que dei pra ir pra tal guerra, preparado pra trazer voce comigo, vejo ali no jardim o espaço vazio das rosas que um dia eu colhi pra jogar pra você e logo ali ao chão os espinho... espinhos que tirei para não machucar suas suaves mãos, espinhos que eu colhi da rosa que plantei, e como colhi esses espinhos, agora vejo que como a rosa precisa de espinho e eu a feri tirando esses espinhos algo parece tirar de mim uma das coisas mais importantes, uma coisa que plantei no lado esquerdo do peito e reguei com minhas lagrimas sejam elas de sofrimento ou de alegria. uma coisa que foi crescendo e tomando grande parte de mim, mas eu nunca oensei que aquilo que vi nascer e desabrochar fosse partir assim e levar toda a minha felicidade, agora choro e escrevo mais uma carta que nem sequer chegara em suas mãos, mas deixarei aqui, para que um dia você possa ler e se você estiver em meu coração que me aches ainda com vida, caso não é que não suportei a dor de ver vocês partir e partir pra mais longe ainda, sem ironia, sem nenhum outro tipo de exagero posso morrer por você mesmo que era "romantista" tenha acabado, não se sinta culpada quando ao ler meu atestao de obito esitver escrito assim "Causa da Morte :Você"

sábado, 2 de janeiro de 2010

Uma breve historia sobre o Ego

Ego é o centro da consciência inferior, diferente do Eu, que é centro superior da consciência. O Ego é a soma total dos pensamentos, idéias, sentimentos, lembranças e percepções sensoriais.

É a parte mais superficial do indivíduo, a qual, modificada e tornada consciente, tem por funções a comprovação da realidade e a aceitação, mediante seleção e controle, de parte dos desejos e exigências procedentes dos impulsos que emanam do indivíduo. Obedece ao princípio da realidade, ou seja, à necessidade de encontrar objetos que possam satisfazer ao id sem transgredir as exigências do superego. Quando o ego se submete ao id, torna-se imoral e destrutivo; ao se submeter ao superego, enlouquece de desespero, pois viverá numa insatisfação insuportável; se não se submeter ao mundo, será destruído por ele.

Para Carl Gustav Jung, o Ego é um complexo; o “complexo do ego”. Diz ele sobre o Ego: “É um dado complexo formado primeiramente por uma percepção geral de nosso corpo e existência e, a seguir, pelos registros de nossa memória"